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terça-feira, 9 de junho de 2015

Hyundai Santa Fé

Hyundai Santa Fé

Santa Fé é um automóvel do tipo utilitário esportivo de porte médio da Hyundai. Lembra bastante outro utilitário esportivoda marca, que é a Tucson. O nome foi inspirado na cidade de Santa Fe, no Novo México, EUA. Ele baseia-se na plataforma do Hyundai Sonata. Foi introduzido para o ano modelo 2001, como primeiro SUV da Hyundai, lançado ao mesmo tempo que a Ford Escape e Pontiac Aztek . O Santa Fé foi um marco no programa de reestruturação da empresa, da década de 1990, porque, apesar de ter recebido críticas de jornalistas por sua aparência obscura, o SUV foi um sucesso com os compradores americanos. O SUV era tão popular que, às vezes, a Hyundai teve problemas em suprir a demanda. O Santa Fé rapidamente se tornou best-seller da Hyundai e contribuiu para o sucesso da Hyundai no EUA . A partir de 2007, o Santa Fe cai entre o pouco menor crossover compacto Tucson eo maior, crossover de luxo ainda relacionada SUV Veracruz (que substituiu o Terracan). A segunda geração do Hyundai Santa Fe 2008 foi agraciado com a Consumer Reports "top pick" e ficou entre os 10 melhores veículos para 2008 revelada na edição da revista. A revista de avaliações anuais, com base em testes de estrada e previstos segurança e confiabilidade, são considerados altamente influente entre os consumidores. Em 2012, a terceira geração de Santa Fé tornou-se disponível em duas versões (versões regulares e prolongados), com o 5 lugares Sport em setembro de 2012 e o modelo de base longa roda estendida que substituiu o Veracruz, disponível em showrooms em novembro de 2012.

2012:

O Santa Fe recebeu apenas pequenas mudanças para 2012: o todo-corpo colorido grelha (em mercados norte-americanos) foi endireitado e recebeu detalhes cromados enquanto a tira texturizada abaixo dos faróis foi alterada de âmbar para limpar. O interior recebeu uma nova alavanca de câmbio e freio de descida auxiliar foi adicionado. O modelo 2012 será descontinuado até o final do ano, encerrando com sucesso a produção para a segunda geração.

Híbrido

Há um Hyundai Santa Fe Azul híbrido que é alimentado por motor a gasolina acoplado a um de 30 kW (40 hp) motor elétrico. O híbrido utiliza um 270 V de bateria lítio de polímero.

Marketing

Advertising Standards Bureau of Austrália proibiu um comercial de TV do Santa Fé intitulado "RestLess" ou "criança" em 2007, que ASB argumentou que promove uma atividade de condução ilegal: uma pessoa menor de idade (uma criança) dirigindo um carro. Ele também pegou uma menina da criança pedindo carona e ambos estavam usando cinto de segurança, em vez de sistemas de retenção aprovados que também violado recomendações de segurança.O anúncio foi produzido por Kim Thorp e Howard Greive de Cessão Grupo NZ e dirigido por Tony Williams de Sydney Film Company, com pós via Frame Set + Match, Sydney. O anúncio em si ganhou os prêmios de anúncios Fair Go (2006) na categoria Melhor Prêmio de anúncios e também foi indicado entre os cinco primeiros na categoria Pior anúncio.

Nova Geração (2013)

Hyundai lançou o novo Santa Fe em 14 de fevereiro de 2012, e começou a ser vendido em junho de 2012 como modelo 2013. Revelado no Salão de Automóvel de Nova York 2012 em 4 de abril, a terceira geração do Hyundai Santa Fe apresenta duas variantes de distância entre eixos mais curta: variante Sport 5 lugares e a versão longa distância entre eixos (chamado Santa Fé XL no Canadá) com três fileiras de assentos e esta disponível para seis ou sete passageiros. Quanto mais tempo Santa Fe também recebe um design exclusivo grade, rodas de liga leve de 19 polegadas opcionais, dicas de escape dupla descarga e uma forma do corpo que acentua passageiro acrescentado do cruzamento e quarto de carga traseira. Ambos os modelos apresentam o novo "Tempestade Edge" protótipo design, eventualmente, para o lançamento em todos os outros modelos, e possuem atualizado a plataforma unibody cruzado, semelhante à maioria dos SUVs de hoje. O Santa Fe 2013 Sport foi colocado à venda em setembro de 2012 para o mercado norte-americano. A variante longa distância entre eixos iria seguir o mesmo caminho, em novembro de 2012 e foi colocado à venda no início de 2013 após o termino da produção do Hyundai Veracruz .O coreano Santa Fe foi lançado na Ásia desde 19 de abril de 2012, em forma de base curta com 7 lugares Tipos de motores disponíveis são um 2.0L E-VGT R-Line e motores diesel 2.2L E-VGT R-Line. Em março de 2013, a variante longa distância entre eixos Santa Fe estava disponível na Coréia do Sul como o Maxcruz.

The Cult - Rain Musica para ouvir em estrada

terça-feira, 2 de junho de 2015

Ferrari LaFerrari


LaFerrari (também conhecido pelo seu nome do projeto, F150) é uma produção limitada de supercarros híbridos construído pela Ferrari.O carro e seu nome foi oficialmente revelado no Salão do Automóvel de Geneva de 2013. Baseia-se em resultados de testes da Ferrari FXX e na pesquisa que está sendo conduzida pelo Projeto Millechili na Universidade de Modena. Associação com o Projeto Millechili levou à especulação de que durante o desenvolvimento do carro pesaria menos de 1.000 kg (2.205 £), 2 mas um peso seco de 1.255 kg (2.767 £) foi reivindicado. Apenas 499 unidades serão construídas, e cada um vai custar mais de £ 1 milhão ( $ 1,69 milhões).
LaFerrari é o primeiro híbrido moderado da Ferrari, proporcionando a mais alta potência de saída de qualquer Ferrari e simultaneamente diminuir o consumo de combustível em 40 por cento.   meados traseira do LaFerrari montado 65 ° V12 motor de combustão interna tem um 6,3 litros (6262 cc) capacidade de produzir 800 PS (588 kW, 789 cv) @ 9.000 rpm e 700 Nm (516 lb.ft) de torque @ 6.750 rpm,   complementado por um 163 PS (120 kW; 161 cv) KERS unidade (HY-KERS chamados ), que irá fornecer rajadas de energia extra. O sistema KERS adiciona potência extra para o nível de saída do motor de combustão para um total de 963 PS (708 kW; 950 cv) eo torque total gerado pelo ICE V12 juntamente com o motor elétrico sendo mais de 900 N · m (£ 664 · ft) Ferrari afirma CO 2 emissões de 330 g / km. Diâmetro e curso do motor é de 94 × 75,2 milímetros, com uma taxa de compressão de 13,5: 1. E uma potência específica de 128 cavalos de potência métrica por litro.  Ele é conectado a uma transmissão de dupla embreagem de 7 velocidades. 
O carro é equipado com discos Brembo de carbono-cerâmica na frente (398 mm) e na traseira (380 mm), com os pneus de medida 265/30 R 19 e 345/30 R 20, respectivamente.
LaFerrari tem uma série de controles eletrônicos, incluindo controle de estabilidade ESC, EBD (distribuição de sistema de travagem anti-bloqueio / eletrônico de frenagem) de alto desempenho ABS /, EF1-Trac F1 controle eletrônico de tração integrado com o sistema híbrido, o E-Diff 3 terceira geração diferencial eletrônico , SCM-E Frs magneto de amortecimento com solenóides individuais (tubo de Al-Ni), e aerodinâmica ativa para permitir o máximo de desempenho. 
Ferrari afirma que o carro tem uma velocidade máxima superior a 350 km/h (217 mph), e que é capaz de atingir 100 km/h (62 mph) em menos de três segundos, a 200 km/h (124 mph) em menos de sete segundos, e uma velocidade de 300 km/h (186 mph) em 15 segundos.  Ferrari também afirmam que o carro rodou o Circuito Teste Fiorano em menos de 1 minuto e 20 segundos, o que é mais rápido do que qualquer outro carro de estrada-legal que a Ferrari já produziu.
LaFerrari recebeu nenhuma entrada de Pininfarina, tornando-se a primeira Ferrari desde a Bertone -estilo de Dino 308 GT4 1973 que não teve Pininfarina na carroçaria ou outro estilo. Esta decisão é uma rara exceção à colaboração entre a Ferrari e Pininfarina, que começou em 1951. No entanto, a Ferrari afirmou que dois novos modelos projetados em conjunto com a Pininfarina estão ainda a ser revelada e que não há planos para acabar com relações comerciais com a Pininfarina. 
O cockpit se destaca por sua essencialidade e a esportividade das formas, a intenção de transmitir o alto nível de desempenho deste supercarro. Há um volante com controles integrados e alavancas de câmbio diretamente fixos na coluna de direção, uma solução que permite uma melhor utilização em todas as condições. A "ponte" que existe entre os dois assentos, concebido como uma asa suspenso, é o lar de outros instrumentos ligados à caixa de velocidades de dupla embreagem. A instrumentação é composta de um "display TFT de 12,3 com a opção de escolher entre dois layouts e pode hospedar dados do sistema de telemetria. O computador corpo sistema é desenvolvido pela Magneti Marelli Iluminação Automotiva.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Santa Matilde

Em 1975 o governo brasileiro proibiu a importação de automóveis e suas peças. Isto era um sinal de problemas para quem possuía um veículo importado, pois afetaria diretamente a aquisição de peças
para a manutenção.
Neste grupo de pessoas estava o Dr Humberto Pimentel que possuía um Porsche Targa 911S e a futura falta de peças já o preocupava bastante. Em meados da década de 1970, o Dr Humberto resolveu comprar um carro desportivo nacional. Sua escolha foi pelo melhor carro esporte nacional da época, o Puma GTB. Não se sabe ao certo o que levou o Dr Humberto a criar seu próprio automóvel. As duas versões mais conhecidas são de que, após analisar o Puma GTB, ele haveria sugerido algumas mudanças no carro visando uma melhora no que dizia respeito à estrutura, segurança, estabilidade. A resposta teria sido negativa e isto lhe impulsionou a pensar num carro esporte que chegasse ao seu nível exigências.
Outros relatos falam em uma fila de espera muito grande para adquirir o GTB e que isto teria sido o real motivo.
Independente de qual esteja certa, o que importa é que foi o início do automóvel SM. O primeiro passo foi criar o projeto do carro e uma equipe começa a ser montada para isto. Para chefiar esta equipe o nome escolhido foi o do engenheiro Milton Peixoto. Dentre os outros profissionais chamados temos o pintor Cici e os soldadores Antonio Alves e João da Silva. João aparece em uma das fotos soldando o protótipo. Nesta fase, em dezembro de 1975, entra para a fábrica Antonio Manuel Penafort Pinto Queirós, conhecido pelos membros do SMClube como "Antonio projetista" e que possui o seu 79 até hoje totalmente original.
Sob a batuta do Dr Humberto, nasce o projeto do SM, sendo assinado por sua filha Ana Lídia. Segundo declarado pelo próprio Dr Humberto, foram colhidas idéias de vários automóveis da época, não tendo servido de base para o SM um único automóvel.
O próximo passo a ser definido seria qual a mecânica usar. A escolhida foi a do Alfa romeo, mas a fábrica negou a concessão para o uso. A opção então foi usar a mecânica 6 cilindros Chevrolet Opala. Para a criação do protótipo o nome escolhido foi o de Renato Peixoto. Peixoto era muito conhecido no meio automobilístico por ter trabalhado em diversos projetos de automóveis de corrida, como o Casari A2, o qual pilotou nas 1000 milhas do Autódromo de Interlagos de 1970. Pois bem, estavam unidas "a fome e vontade de comer" e a criação do SM iria começar. A equipe para produção do protótipo foi montada usando uma parte da mão de obra da própria fábrica, pintores, lanterneiros e outros, contratando também mão de obra externa. Tudo era desenvolvido em cima de um graminho de aço (ferramenta bastante antiga). Para o cargo de designer foi chamado um funcionário da área agrícola da fábrica, Flávio Monnerat.
O chassis foi desenvolvido pelo próprio Peixoto a partir das longarinas do Opala. Longarinas são vigas de secção variável montadas longitudinalmente que proporcionam rigidez estrutural ao chassis

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Novo uno

                                           NOVO UNO 


este carro nem bem entrou e já caio nas graças do povo brasileiro com sue motor flex de 85 cavalos com gasolina e com 87 com alcool a primeira geração foi criada em 1970 foi feito através de uma competição de estilos europeus o vencedor foi a italdesign giugiario e o projetista foi o  Giorgetto Giugiario a versão do uno como já esperava primeiro foi lançada na europa em 1983 para tomar o lugar do fiat 127 depois em 1984 foi lançado no Brasil para  com o objetivo de suceder o Fiat 147, trazendo pequenas mudanças em relação ao modelo europeu,como novo capô e a posição do estepe,
A reviravolta do Uno começou nos primeiros dias de 1990, através de incentivos fiscais motivou a marca a lançar a versão 1.0 do carro, já produzida para exportação. Era o mille, uma versão depenada, com motor mais fraco que os então existentes e inicialmente apenas com duas portas.
Essa foi a versão responsável por uma revolução no mercado brasileiro: A busca por veículos cada vez mais econômicos e acessíveis à uma maior fatia de consumidores. E o termo Mille pegou tanto que virou praticamente um novo nome para o veículo anos depois.
Em 1996, a Fiat ensaiou retirar o carro de linha, pois ele já começava a apresentar o peso da idade em seu desenho. Assim, surgiu o Palio, novo carro global da empresa, com um desenho moderno e com uma farta variedade de versões, que substituíram as mais luxuosas do Uno, como a CS e a 1.6R.
Assim, o Uno continuou existindo somente em suas versões 1.0, que anos após anos recebiam novas nomenclaturas (SX, EX, Young, Fire) e pequenas mudanças na grade (curiosamente, em todos anos entre 2002 e 2008 a grade mudava).
Em 2004, já consagrado apenas como Mille, o veículo passou por uma profunda reforma visual, considerada polemica, pois foram adicionados cantos arredondados em suas linhas, destoando do desenho quadrado. Mas, polêmica a parte, o carro continuou sendo um dos veículos mais vendidos do país consagrados por um bom custo-benefício. 
NOVO UNO 
Em 2010, surgiu o Novo Uno. Uma geração totalmente nova que procurava ser uma releitura da geração anterior, adotando o conceito de “Rounded Square”, tendência de estilo já adotada por veículos como o kia soul  e o scion xb, esse último inexistente no Brasil. O objetivo dessa nova geração, que veio para conviver com a antiga, foi o de rejuvenescer o nome, tornar o carro mais atraente para o público jovem, dando a ele um apelo mais esportivo e juvenil, enquanto a geração antiga é mais focada nos consumidores racionais, que precisam de um robusto meio de                                      
                                                                                                             

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Golf GT diverte mesmo com pouca potência

                                                                 fonte www.carroonline.com.br


Uma sigla anima. Um número, porém, contém a euforia. Ouvir GT (abreviação de Gran Turismo) é um chamariz para qualquer fã de esportivos, mas saber que o carro em questão conta “só” com 120 cv pode tirar o ânimo de quem tem o pé direito aguçado.
Pode, porque o Golf GT nos lembra aquela teoria do “copo meio cheio ou meio vazio”. Se você for um purista que busca 200 cv em um esportivo, vai ligar para a falta d’água. Se estiver saindo de um hatch como o irmão mais novo Polo ou o Fiat Punto, vai dar pulos de alegria e matar a sede ao acelerar de 0 a 100 km/h em excelentes 10s6, tempo obtido pela nova versão do modelo da Volkswagen em nossa pista de testes.
Como é de otimismo que devemos nos cercar, escolhemos a segunda opção e decidimos dar pulos de alegria (nem tão altos assim, é verdade) ao comando do “novo” motor 2.0 l, que de novo traz apenas a tecnologia bicombustível. O bloco ainda é o mesmo que sempre equipou o Golf nesta geração, mas ganhou 4 cv com álcool e manteve os 116 cv com gasolina.
E vale a pena pular de um 1.6 l de 104 cv, que equipa a versão Sportline, para esse por causa de apenas 16 cv? Pensando só em cavalos, não. Mas olhando o salto do torque, que vai de 15,6 kgfm a 3 750 rpm no propulsor 1.6 l para 18,4 kgfm a 2 250 rpm no 2.0 l, sim, vale bastante a pena (isso falando apenas de motor e esquecendo o maior nível de equipamentos do GT).
Os 2,8 kgfm de força extra podem não parecer muito, mas a chegada deles por volta das 2 000 rpm é que dá esperteza ao Golf GT. Prova disso são os bons números de retomada: para ir de 40 km/h a 100 km/h em 3ª marcha, foram precisos 10s4, 0s2 a menos que os 10s6 registrados pelo modelo movido apenas a gasolina. A lacuna entre 80 e 120 km/h, acelerando em 5ª, foi vencida em 10s5, tempo 0s6 melhor que o da versão anterior. Só o câmbio peca um pouco pela falta de suavidade dos engates, que são justos e exigem decisão na hora da troca. Deixaria donos de Polo um pouco ressabiados, mas nada grave. Quem prima pela esportividade vai gostar.
O consumo também registrou boas marcas: foram gastos razoáveis 6,3 km/l na cidade e excelentes 10,7 km/l na estrada rodando apenas com álcool no tanque.
Depois de andar com o GT, você vai perceber que ele não chega nem perto do GTI, mas está mais disposto e é um Golf, ou seja, sinônimo de carro bom de andar quando se fala em hatches médios. Aliando isso à esperteza dos 2 litros, ele é muito ágil na cidade e permite boa diversão até 5 000 rpm. Depois disso, quando a potência fala mais alto, as coisas voltam ao normal. Mas, até lá, dá para se divertir bastante. É só lembrar da “teoria do copo” e olhá-lo como se estivesse meio cheio.
Nada barato, mas bem equipado
Pelos R$ 64 020 cobrados pelo Golf, quase dá para comprar um Honda Civic LXS mecânico (R$ 65 460), que tem 140 cv e é um sedã (seu porta-malas, porém, tem apenas 10 litros a mais que o do Golf). Mas para quem não liga em gastar tanto em um hatch, o GT é uma boa pedida.
Traz de série ar-condicionado digital, direção hidráulica, trio elétrico, sensor de estacionamento, rodas de 16” com desenho exclusivo, computador de bordo, escapamento com saída dupla cromada, spoiler traseiro, faróis e lanternas escurecidos, além de bancos e volante de couro.
Como opcionais, pode ter controlador de velocidade, ABS, airbag, sensores de chuva e de acendimento dos faróis, CD player com MP3 e teto solar elétrico. Não deixa de ser estranho que os bancos de couro sejam de série e o rádio, opcional, mas é o que oferece o pacote da marca. O charme da sigla GT é por conta da casa.
CONFIRA A FICHA TÉCNICA DO MODELO:

Motor 4 cilindros em linha, 8 válvulas
Cilindrada 1 998 cm3
Potência 120 cv a 5 250 rpm (g)
Torque 18,4 kgfm a 2 250 rpm (g)
Transmissão manual, 5 marchas
Comprimento 4,204 m
Largura 1,885 m
Altura 1,458 m
Entreeixos 2,515 m
Porta-malas 330 litros
Tanque 55 litros
Taxa de compressão 11,5:1
VEJA AS MEDIÇÕES DE DESEMPENHO:

Aceleração
0 a 40 km/h 2s5
0 a 60 km/h 4s6
0 a 80 km/h 7s1
0 a 100 km/h 10s6
Retomada
40 a 100 km/h (3ª marcha) 10s4
60 a 120 km/h (4ª marcha) 15s2
80 a 120 km/h (4ª marcha) 10s5
Frenagem
60 km/h a 0 14,8 m
80 km/h a 0 25,8 m
100 km/h a 0 42,7 m
Consumo
Urbano 6,3 km/l
Rodoviário 10,7 km/l
Velocidade máxima (dado de fábrica) 203 km/h