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domingo, 2 de outubro de 2011
Mercedes-Benz C
como instalar o som automotivo
como instalar o som automotivo
Você compra seu cd player e, na hora de instalar, surgem as dúvidas. Como escolher uma loja que não vá estragar seu aparelho - ou carro? Especialistas afirmam que a primeira impressão sobre o estabelecimento diz muito.
Ambiente sujo, com papéis e embalagens espalhadas pelo chão, é mau sinal. Um lugar que não estime corretamente o prazo de entrega do serviço também é.
“O calcanhar-de-aquiles da boa instalação é o prazo”, diz José Antonio Botteon, com dez anos de experiência como lojista e instalador. “Há ainda a organização, que se vê pelo uso que o funcionário faz das ferramentas.” Uma vitrine completa com várias opções de aparelhos (incluindo o dvd player) também conta pontos, mas não é tudo. “Você pode ter uma pequena loja que seja boa. O que vai diferenciar é um profissional que seja especializado em instalar som e não em tudo, como colocar rack e engate”, diz Antonio Cirilo de Souza, instrutor de instalação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). A seguir, algumas dicas para não fazer a escolha errada.
Conector correto para a instalação
Ligação correta deve ser feita por um conector iso (também chamado de
conector de 16 vias). Quase todos os veículos hoje em dia saem de
fábrica com preparação - portanto com o conector. Caso
ele não tenha, solicite ao instalador (custa em média 25 reais). Se o
instalador já chegar com um alicate de corte em punho, é porque pode
cortar o chicote, o que causa perda da garantia de fábrica do veículo.
Não deixe que isso aconteça. Para melhor organizar os fios, eles devem
ser enrolados em uma espuminha, o que evita ruídos - o ideal é que nunca
se use fita isolante nesse caso. Mas preste atenção, pois deve ser
usada a espuma antichama.
Ambiente sujo, com papéis e embalagens espalhadas pelo chão, é mau sinal. Um lugar que não estime corretamente o prazo de entrega do serviço também é.
“O calcanhar-de-aquiles da boa instalação é o prazo”, diz José Antonio Botteon, com dez anos de experiência como lojista e instalador. “Há ainda a organização, que se vê pelo uso que o funcionário faz das ferramentas.” Uma vitrine completa com várias opções de aparelhos (incluindo o dvd player) também conta pontos, mas não é tudo. “Você pode ter uma pequena loja que seja boa. O que vai diferenciar é um profissional que seja especializado em instalar som e não em tudo, como colocar rack e engate”, diz Antonio Cirilo de Souza, instrutor de instalação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). A seguir, algumas dicas para não fazer a escolha errada.
Ferramentas para poder instalar o som no seu carro
Profissionais de uma boa loja têm sempre à mão um multímetro (que mede corrente, tensão e resistência) e, se possível, uma pequena parafusadeira elétrica para agilizar o processo. Desconfie se a loja tiver funcionários correndo de um lado para o outro para buscar ferramentas. Isso é sinal de falta de organização.Cuidados ao instalar o som
Veja se os funcionários usam uniforme e se tomam precauções, como forrar o banco com uma capa antes de executar o serviço. Dê uma olhada no interior de algum carro na loja. Se houver fios dependurados atrás do painel ou pedaços de fios no assoalho, fuja. O mesmo vale para fios soltos ou risco no painel em volta do aparelho instalado. Outro mau sinal é a fiação saindo da carroceria para a porta sem o cuidado de um espaguete (cabo plástico que agrupa os fios) para acabamento. A apresentação da loja é um capítulo à parte: ela deve ser bem iluminada e ter piso claro, para que não se percam peças pequenas.
Conector correto para a instalação
Ligação correta deve ser feita por um conector iso (também chamado de
conector de 16 vias). Quase todos os veículos hoje em dia saem de
fábrica com preparação - portanto com o conector. Caso
ele não tenha, solicite ao instalador (custa em média 25 reais). Se o
instalador já chegar com um alicate de corte em punho, é porque pode
cortar o chicote, o que causa perda da garantia de fábrica do veículo.
Não deixe que isso aconteça. Para melhor organizar os fios, eles devem
ser enrolados em uma espuminha, o que evita ruídos - o ideal é que nunca
se use fita isolante nesse caso. Mas preste atenção, pois deve ser
usada a espuma antichama.Como ter um Som limpo de qualidade após a instalação
Um som instalado corretamente não pode ter chiados ou interferências evidentes. A trepidação do carro não pode causar ruídos. Antes de deixar a loja, cheque se o instalador fixou bem a parte traseira do aparelho, que é uma das maiores fontes de trepidação.O preço para instalar o som no seu carro
Para instalar um aparelho, as lojas costumam cobrar de 15 a 50 reais. O conjunto básico com quatro alto-falantes chega a sair por 200 reais. Já o sistema completo, incluindo subwoofer, pode custar 1?200 reais. No caso de som profissional, não é difícil encontrar quem já tenha desembolsado mais de 20?000 reais.Empurroterapia
Mais comum nesse capítulo é o vendedor tentar empurrar alto-falantes mais sofisticados para um CD player que não custou muito mais que 400 reais. Um exemplo é um tweeter separado do alto-falante ou mesmo um subwoofer, itens que estão mais para o profissional que para o uso do dia-a-dia. A regra vale também para módulos de potência, amplificadores, fusível de ouro e porta-fusível na bateria. Uma pesquisa prévia na internet ajuda o consumidor a chegar à loja já com uma idéia do que ele quer. Vale ressaltar que nem sempre há “empurroterapia”. Se você anda com a família no carro e o vendedor aconselha o uso de quatro alto-falantes em vez de apenas dois, é porque a acústica fica prejudicada para os que estão no banco de trás.Como a Antena afeta o som do seu carro
É um capítulo à parte. De nada adianta instalar um equipamento sofisticado e economizar na antena. O mais recomendado é colocar uma antena interna, que custa em média 20 reais. Quando elas já vêm no carro na forma de filete no pára-brisa, muitas vezes não têm o amplificador de sinal, que custa em torno de 80 reais. Nesse caso, aceite a sugestão do instalador e deixe-o colocar o equipamento.Sinal de boa-fé da loja de instalação
Um bom lojista, antes de tudo, ouve o cliente, questionando-o sobre que tipo de som ele quer. Em vez de decidir, vai deixá-lo opinar primeiro, para saber se o cliente quer algo bem básico ou um som mais sofisticado. Típico caso de má-fé é quando ele diz que um aparelho tem “controle iPod” quando, na verdade, só tem uma entrada auxiliar. O controle de iPod é caracterizado por um dispositivo no aparelho que permita, por meio de seus comandos próprios, navegar entre as pastas. Se possível, converse com alguém que já foi atendido naquela loja.Garantia da instalação do som
Uma loja que dá três meses de garantia em sua instalação é porque não confia no próprio serviço. A cobertura precisa ser de no mínimo um ano. Também nunca compre aparelhos de som sem nota fiscal. Além de garantir que a empresa recolhe seus impostos, a nota atesta a origem do produto e é fundamental para ter direito à garantia de fábrica.Como funcionam os carros elétricos
Como funcionam os carros elétricos
Regulador de 50 quilowatts do motor de um carro elétrico |
Um carro elétrico é movido por um motor elétrico, em vez de por um motor a gasolina.
À primeira vista, é difícil saber se um carro é elétrico. Na maioria dos casos, esse tipo de veículo é feito a partir da conversão de um carro a gasolina. Sendo assim, torna-se impossível a identificação. Ao dirigir um carro elétrico, a única diferença perceptível é o fato de ele ser bastante silencioso.
Sob o capô, porém, há muitas diferenças entre os carros a gasolina e os elétricos:
- O motor a gasolina é substituído por um motor elétrico.
- O motor elétrico recebe força de um regulador, cuja alimentação é feita por um conjunto de baterias recarregáveis.
O carro elétrico da foto tem alguns adesivos bastante chamativos. O proprietário deste veículo é Jon Mauney. |
- o motor a gasolina, o silenciador, o catalisador, o escapamento e o tanque de combustível, tudo foi removido;
- toda a embreagem foi retirada. Já o câmbio manual foi preservado e travado na segunda marcha;
- um novo motor de corrente alternada (CA) foi fixado ao câmbio com o uso de uma placa adaptadora;
- um regulador elétrico foi instalado para controlar o motor CA;
O regulador de 50 kW absorve 300 volts CC (corrente contínua) e produz 240 volts CA em três fases. É a caixa onde está escrito "U.S. Electricar". |
- uma bandeja de baterias foi instalada no assoalho do carro;
- cinqüenta baterias de chumbo-ácido de 12 volts foram colocadas na bandeja de baterias (dois conjuntos de 25, para gerar 300 volts CC);
- motores elétricos foram colocados para movimentar equipamentos que usavam a força do motor a gasolina para isso: bomba de água, bomba de direção hidráulica e ar-condicionado;
- uma bomba de vácuo foi instalada para o sistema de servoassistência do freio, que antes usava o vácuo do motor a combustão;
A bomba de vácuo está à esquerda do centro |
- a alavanca do câmbio manual foi substituída por um interruptor, disfarçado de alavanca seletora de caixa automática, para marcha a frente e ré;
Uma alavanca seletora de caixa automática para selecionar marcha à frente e ré. Ela contém um pequeno interruptor, que manda um sinal para o regulador. |
- um pequeno aquecedor de água elétrico foi colocado para fornecer aquecimento para a cabine;
Aquecedor de água |
- um carregador foi instalado para que as baterias fossem carregadas. Este carro em particular tem dois sistemas de recarga: o primeiro por uma tomada normal de 120 ou 240 volts, e o outro por recarga Magna-Charge de placa indutiva.
Sistema de carga de 120/240 volts |
Sistema de recarga Magna-Charge por placa indutiva |
- O medidor de combustível foi substituído por um voltímetro.
O medidor de combustível de um carro elétrico pode ser um voltímetro simples ou um computador mais sofisticado, que acompanha o fluxo de ampères que vai e volta do conjunto de baterias |
- A sua autonomia é de cerca de 80 km.
- Ele vai de 0 a 100 km/h em cerca de 15 segundos.
- São necessários cerca de 12 quilowatts/hora de eletricidade para carregar o carro após rodar 80 km.
- As baterias pesam em torno de 500 kg e duram de 3 a 4 anos.
No entanto, para que a nossa análise seja rigorosamente justa, precisamos incluir o custo de reposição das baterias no cálculo. Por enquanto, elas são o ponto fraco dos carros elétricos. A reposição de baterias para este carro fica em torno de R$ 4 mil. Elas durarão cerca de 30 mil quilômetros, o que dá em torno de R$ 0,15 por quilômetro. Agora fica fácil entender porque existe tanto interesse nas células a combustível. Elas seriam uma solução para o problema das baterias (veja mais detalhes sobre as células combustível mais adiante, neste artigo).
O que faz um carro elétrico funcionar é a combinação de:
- Motor elétrico
- Regulador do motor
- Baterias
Regulador CC conectado às baterias e ao motor CC. Se o motorista pisar fundo no acelerador, o regulador entrega todos os 96 volts das baterias para o motor. Se o motorista retira o pé do acelerador, o regulador entrega 0 volt para o motor. Para qualquer situação intermediária, o regulador divide os 96 volts milhares de vezes por segundo. Assim, cria-se uma voltagem média entre 0 e 96 volts. |
Quando se abre o capô, este equipamento rouba a cena:
O regulador, de 50 kW e 300 volts, é a caixa em que se lê "US Electricar" |
Quando o acelerador é pressionado, um cabo do pedal se conecta com estes dois potênciômetros:
Os potenciômetros ligados ao acelerador enviam um sinal para o regulador |
Os grandes cabos, à esquerda, conectam o conjunto de baterias ao regulador. No meio deles, localiza-se um grande interruptor liga/desliga. O conjunto de pequenos fios, à direita, leva sinais dos termômetros localizados entre as baterias, bem como aos ventiladores que mantêm as baterias frias e ventiladas. |
Cabos grossos entrando e saindo do regulador |
O regulador CC mais simples seria um grande interruptor liga/desliga conectado ao pedal do acelerador. Ao se pressionar o pedal, o interruptor ligaria, e ao se retirar o pé, desligaria. O motorista teria que pressionar e soltar o acelerador para pulsar o motor, ligando e desligando o interruptor para manter uma dada velocidade.
Obviamente, esse sistema "liga/desliga" funcionaria, mas seria muito difícil de dirigir um carro assim. Sendo assim, o regulador pulsa o motor para o motorista, lendo a situação do pedal do acelerador através dos potenciômetros e regulando a energia adequadamente. Digamos que o acelerador esteja pressionado até a metade, o regulador lê esta posição através do potenciômetro e rapidamente liga e desliga a energia para motor, de forma que ele fique ligado metade do tempo e desligado na outra metade. Se o acelerador estiver pressionado a 25%, o regulador pulsa a energia de forma que o motor permaneça ligado em 25% e desligado em 75% do tempo.
A maioria dos reguladores pulsa mais de 15 mil vezes por segundo, de maneira a manter a pulsação fora dos limites da audição humana. A corrente pulsante faz com que a carcaça do motor vibre na mesma freqüência, assim, ao pulsar a mais de 15 mil ciclos por segundo, o regulador e o motor tornam-se silenciosos ao ouvido humano.
Um regulador CA se liga ao motor CA. Utilizando seis conjuntos de transistores, o regulador recebe 300 volts CC e produz 240 volts CA, trifásica. Vejacomo funciona a eletricidade para ler uma discussão sobre corrente trifásica. O regulador ainda fornece um sistema de recarga para as baterias e um conversor CC-CC para recarregar a bateria de 12 volts dos acessórios. |
A maioria dos reguladores CC usados nos carros elétricos são da indústria de empilhadeiras elétricas. O regulador CA Hughes da foto acima foi o mesmo utilizado no veículo elétrico GM EV1. Este regulador tem capacidade para entregar um máximo de 50 mil watts ao motor.
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