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segunda-feira, 14 de novembro de 2016
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Os últimos Mitsubishi Lancer Evolution está agora à venda nos EUA.
O primeiro dos últimos Mitsubishi Lancer Evolution está agora à venda nos EUA.
23 anos e 10 gerações depois, a marca nipónica decidiu terminar no ano passado a produção do Mitsubishi Lancer Evolution, marcando o fim de uma linhagem que certamente marcou muitos entusiastas das quatro rodas. Para celebrar as mais de duas décadas de história do desportivo, a Mitsubishi lançou a série limitada Final Edition, um dos quais está agora à venda num concessionário da marca em Brooklyn, EUA.
E não é um modelo qualquer. Trata-se do primeiro (#001) de 1600 Mitsubishi Lancer Evolution Final Edition a sair das linhas de produção da marca, sendo por isso ainda mais especial. Esta versão originalmente destinada ao mercado nipónico foi equipada com suspensões Bilstein, molas Eibach, assentos Recaro, discos da Brembo e uns preciosos tweaks no motor, que fazem a unidade 2.0 Turbo MIVEC de quatro cilindros atingir os 307 cv de potência e 414 Nm de binário máximo.
O desportivo foi originalmente comprado pela Brooklyn Mitsubishi diretamente à marca por 46,200 dólares, num leilão que serviu para ajudar uma organização não governamental de apoio a doentes com esclerose múltipla. Agora, o Mitsubishi Lancer Evolution Final Edition está à venda por 88.888 dólares, cerca de 80.000 euros. Tendo conta que não haverá nenhum substituto direto do Evo – alguns rumores sugeriam a produção de um SUV plug-in híbrido – diríamos que é de aproveitar.
Historia da Nissan
A marca japonesa Nissan foi fundada em 1932 por Kenjiro Den, Rokuro Aoyama e Meitaro Takeuchi.
A história da Nissan remonta a 1914, altura em que a Kwaishinsha Motorcar Works lançou o primeiro automóvel DAT. Em 1918 a firma alteraria o seu nome para Kwaishinsha Motorcar Co., altura em que a empresa lançaria os primeiros camiões DAT, para fins militares. Em 1925 voltaria a alterar o seu nome para DAT Motorcar Co. e um ano mais tarde devido às fracas vendas dos seus camiões, começava uma longa série de fusões, entre elas a recém criada Nissan que viria a ter total controlo da DAT em 1933.
Em 1931 é lançado um novo automóvel, chamado Datson, mas em 1933 esse nome seria alterado para Datsun sob o domínio da Nissan.
Pela altura da II Guerra Mundial, a Nissan produzia motores, camiões e aviões para o exército japonês, o que levou a tornar-se numa das principais empresas japonesas.
Tendo como plano ter acesso a nova tecnologia e novos métodos de produção, a Nissan chegou a acordo com a Austin em 1952 para a produção dos seus automóveis. Com a experiência alcançada com a produção de automóveis Austin, a Nissan desenvolveu novos motores para os Datsun, os novos motores começaram a ser incorporados no Datsun 510 e mais tarde em 1970 no desportivo Datsun 240Z. Com as novas linhas e novos motores os automóveis Datsun alcançaram um bom volume de vendas.
Em 1966 a Nissan fundiu-se com a Prince Motor Company, passando a produzir sob seu nome o conhecido Nissan Skyline. Este modelo tornou-se num dos automóveis mais conhecidos de sempre da Nissan. Pela sua elevada potência e tracção traseira, tornou-se num dos automóveis preferidos de muitos pilotos de drifting.
Com a crise petrolífera de 1973, a Nissan aumentou as suas vendas nos Estados Unidos, em muito graças aos pequenos utilitários com caris desportivo.
Em 1986 é lançada a Nissan Navara, aquela que viria a tornar-se numa das pick-up mais conhecidas do mercado.
Depois de alguns contratempos a Nissan começou a ter dificuldades financeiras o que a levou a fazer uma coligação com a Renault em 1999, passando a Renault a ter controlo de 36,8% da Nissan e por seu lado a Nissan a controlar 15% da Renault. Mais tarde, em 2002 a Renault aumentou o controlo para 44,4%. Com a nova liderança a Nissan passou de prejuízos para lucros enormes.
Em 2002 a Nissan e a Toyota fizeram um acordo para a produção de automóveis híbridos.
Em 2003 é lançado o desportivo Nissan 350Z que veio dar continuidade à linha de desportivos da marca.
Historia da Toyota
O fundador da corporação Toyota, Sakichi Toyoda, filho de um humilde carpinteiro, nasceu em 1867 quando o Japão recém iniciava seu processo de modernização. Sakichi vivia em um povoado de camponeses onde as mulheres trabalhavam em teares. Em sua juventude Sakichi utilizava seus conhecimentos de carpintaria para modernizar o antigo tear manual com que sua mãe trabalhava. Em 1891, Sakichi patenteou seu primeiro tear automático e se mudou para Tóquio para começar um novo negócio de teares.
Em 1893, Sakichi se casa e tem um filho chamado Kiichiro. De volta a sua terra natal, concentra seus esforços na invenção de novos e melhores teares. Assim, em 1896, desenvolve um tear automático que tinha capacidade de parar imediatamente quando ocorria uma falha. O êxito dessa invenção foi logo reconhecido pela companhia exportadora Mitsui, que assinou um contrato para comercializar os teares de Toyoda.
As máquinas desenhadas por Toyoda custavam um décimo dos teares fabricados na Alemanha e um quarto dos teares franceses.
Em 1894, o Japão se viu envolvido em uma guerra com a China. A recessão golpeou duramente a indústria de teares e Sakichi se dedicou novamente ao aperfeiçoamento de suas máquinas. Entretanto, em 1904, a guerra entre Rússia e Japão reverteu por completo essa situação. A demanda de algodão cresceu e, com ela, a demanda de teares Toyoda.
Em 1907, Sakichi funda a empresa Toyoda Loom Works com um capital de 1 milhão de ienes. Três anos mais tarde, Sakichi viaja aos Estados Unidos e se interessa pela complexidade de um novo produto, o automóvel.
De volta ao Japão, Sakichi funda a Toyoda Spinning and Weaving Co. Ltd. plantando as bases da corporação Toyota. Em 1929, Toyoda vende os direitos de suas patentes (de teares) à empresa britânica Platt Brothers e encarrega a seu filho Kiichiro os investimentos na indústria automobilística. Sakichi morre um ano depois e Kiichiro inicia seu trabalho no desenvolvimento de motores de combustão à gasolina. Dois anos depois, funda a Divisão Automobilística da Toyota Automatic Loom Works.
Finalmente, em 1937, Kiichiro consegue produzir o primeiro protótipo de automóvel e estabelece as bases para fundar a Toyota Motor Company Ltd.
Historia da Mitsubishi
Início
A empresa começou com o carvão em 1881 através da aquisição da mina Takashima, utilizando a produzir combustível para as suas extensas frotas. Eles também diversificavam em construção naval, bancos, seguros, armazenamento e comércio. Posteriormente a diversificação procedeu à organização em sectores tais como papel, aço, vidro, equipamentos eléctricos, aeronaves, óleo e imobiliário. A Mitsubishi construiu um amplo conglomerado, que desempenhou um papel central na modernização da indústria japonesa.
A frota mercante entrou num período de diversificação que acabaria por resultar na criação de três entidades:
- Mitsubishi Bank (hoje uma parte da Mitsubishi UFJ Financial Group) foi fundada em 1919. Após a sua fusão com o Banco de Tóquio, em 1996, e UFJ Holdings, em 2004, este tornou-se o maior banco do Japão.
- Mitsubishi Corporation, fundada em 1950, a maior empresa de comercial geral do Japão.
- Mitsubishi Heavy Industries, que inclui essas empresas industriais:
► A Mitsubishi Motors, o 6 º maior construtor automóvel japonês.
► A Mitsubishi Atomic Industry, uma empresa de potência nuclear.
► A Mitsubishi Chemical, a maior empresa química japonesa.
► A Mitsubishi Atomic Industry, uma empresa de potência nuclear.
► A Mitsubishi Chemical, a maior empresa química japonesa.
Sempre foi conhecida como uma marca de grande qualidade (durabilidade, confiabilidade...). Atualmente é uma das melhores marcas do mundo, sendo a 35ª marca mais valiosa do mundo de acordo com o último ranking da Revista Forbes das 50 marcas mais valiosas do mundo.
2ª Era
A Mitsubishi participou no crescimento econômico do Japão sem precedentes da década de 1950 e 1960. Por exemplo, no Japão modernizou a energia e materiais industriais, as empresas Mitsubishi criadas: Mitsubishi Petroquímica, Mitsubishi Atomic Power Industries, Mitsubishi GPL, Mitsubishi e Desenvolvimento Petrolífero.
A tradicional ênfase da Mitsubishi no desenvolvimento tecnológico esteve em novos empreendimentos em áreas como desenvolvimento espacial, a aviação, desenvolvimento oceânico, comunicações de dados, computadores e semicondutores. A Mitsubishi empresas também estavam ativa em bens de consumo e serviços.
A partir de 2007, a Mitsubishi Corporation, um membro do Grupo Mitsubishi, é a maior empresa comercial geral (sogo shosha), com mais de 200 bases de operações em cerca de 80 países a nível mundial. Juntamente com as suas mais de 500 empresas do grupo. A Mitsubishi emprega uma multinacional de cerca de 54000 pessoas. A Mitsubishi tem sido desde há muito envolvida em negócios com clientes em todo o mundo em muitas indústrias, incluindo a energia, metais, máquinas, produtos químicos, alimentos e geral merchandise.
Gol gt voltou?
Nos ensaios da Volkswagen está o Gol GT Concept, uma versão esportiva do veterano hatch. Elaborado pela equipe de design da marca no Brasil, a carroceria de duas portas é toda pintada num inédito cinza metálico combinado com detalhes em tom vermelho nas laterais, retrovisores, para-choques dianteiro e traseiro e grade dianteira.
Todo o carro é contornado por uma linha de base vermelha, mesma cor das pinças de freio. Na dianteira, o Gol GT Concept traz grade tipo “colmeia”, o para-choque tem formas mais agressivas com luzes de uso diurno e o defletor de ar. Os faróis são duplos, do tipo full LED. As rodas são diamantadas de 18 polegadas e próximo às rodas traseiras, a logomarca faz referência à do Gol GT de 1984. Apliques na região da soleira aparentam que o hatch é rebaixado.
Na traseira, uma faixa na cor preta liga as lanternas escurecidas, outra referência ao Gol GT. O aerofólio duplo está combinado à terceira luz de freio, em forma de uma barra que percorre toda a parte superior da tampa do porta-malas. No vigia traseiro, o adesivo com o logotipo GT é uma interpretação moderna do logo original. O teto e a coluna B do conceito são pintados na cor preta brilhante. No interior, os bancos são do tipo concha com emblemas da versão, como no original. O volante de base reta também tem a marca. Há ainda porta-objeto com o logo, entre outros detalhes especiais. Pedais e câmbio têm capa de alumínio e as soleiras trazem o “GT”.
O ensaio, porém, não tem motorização especial. A ideia é uma experiência de design.
terça-feira, 9 de junho de 2015
Hyundai Santa Fé
Hyundai Santa Fé
O Santa Fé é um automóvel do tipo utilitário esportivo de porte médio da Hyundai. Lembra bastante outro utilitário esportivoda marca, que é a Tucson. O nome foi inspirado na cidade de Santa Fe, no Novo México, EUA. Ele baseia-se na plataforma do Hyundai Sonata. Foi introduzido para o ano modelo 2001, como primeiro SUV da Hyundai, lançado ao mesmo tempo que a Ford Escape e Pontiac Aztek . O Santa Fé foi um marco no programa de reestruturação da empresa, da década de 1990, porque, apesar de ter recebido críticas de jornalistas por sua aparência obscura, o SUV foi um sucesso com os compradores americanos. O SUV era tão popular que, às vezes, a Hyundai teve problemas em suprir a demanda. O Santa Fé rapidamente se tornou best-seller da Hyundai e contribuiu para o sucesso da Hyundai no EUA . A partir de 2007, o Santa Fe cai entre o pouco menor crossover compacto Tucson eo maior, crossover de luxo ainda relacionada SUV Veracruz (que substituiu o Terracan). A segunda geração do Hyundai Santa Fe 2008 foi agraciado com a Consumer Reports "top pick" e ficou entre os 10 melhores veículos para 2008 revelada na edição da revista. A revista de avaliações anuais, com base em testes de estrada e previstos segurança e confiabilidade, são considerados altamente influente entre os consumidores. Em 2012, a terceira geração de Santa Fé tornou-se disponível em duas versões (versões regulares e prolongados), com o 5 lugares Sport em setembro de 2012 e o modelo de base longa roda estendida que substituiu o Veracruz, disponível em showrooms em novembro de 2012.2012:
O Santa Fe recebeu apenas pequenas mudanças para 2012: o todo-corpo colorido grelha (em mercados norte-americanos) foi endireitado e recebeu detalhes cromados enquanto a tira texturizada abaixo dos faróis foi alterada de âmbar para limpar. O interior recebeu uma nova alavanca de câmbio e freio de descida auxiliar foi adicionado. O modelo 2012 será descontinuado até o final do ano, encerrando com sucesso a produção para a segunda geração.
Híbrido
Há um Hyundai Santa Fe Azul híbrido que é alimentado por motor a gasolina acoplado a um de 30 kW (40 hp) motor elétrico. O híbrido utiliza um 270 V de bateria lítio de polímero.
Marketing
Advertising Standards Bureau of Austrália proibiu um comercial de TV do Santa Fé intitulado "RestLess" ou "criança" em 2007, que ASB argumentou que promove uma atividade de condução ilegal: uma pessoa menor de idade (uma criança) dirigindo um carro. Ele também pegou uma menina da criança pedindo carona e ambos estavam usando cinto de segurança, em vez de sistemas de retenção aprovados que também violado recomendações de segurança.O anúncio foi produzido por Kim Thorp e Howard Greive de Cessão Grupo NZ e dirigido por Tony Williams de Sydney Film Company, com pós via Frame Set + Match, Sydney. O anúncio em si ganhou os prêmios de anúncios Fair Go (2006) na categoria Melhor Prêmio de anúncios e também foi indicado entre os cinco primeiros na categoria Pior anúncio.
Nova Geração (2013)
Hyundai lançou o novo Santa Fe em 14 de fevereiro de 2012, e começou a ser vendido em junho de 2012 como modelo 2013. Revelado no Salão de Automóvel de Nova York 2012 em 4 de abril, a terceira geração do Hyundai Santa Fe apresenta duas variantes de distância entre eixos mais curta: variante Sport 5 lugares e a versão longa distância entre eixos (chamado Santa Fé XL no Canadá) com três fileiras de assentos e esta disponível para seis ou sete passageiros. Quanto mais tempo Santa Fe também recebe um design exclusivo grade, rodas de liga leve de 19 polegadas opcionais, dicas de escape dupla descarga e uma forma do corpo que acentua passageiro acrescentado do cruzamento e quarto de carga traseira. Ambos os modelos apresentam o novo "Tempestade Edge" protótipo design, eventualmente, para o lançamento em todos os outros modelos, e possuem atualizado a plataforma unibody cruzado, semelhante à maioria dos SUVs de hoje. O Santa Fe 2013 Sport foi colocado à venda em setembro de 2012 para o mercado norte-americano. A variante longa distância entre eixos iria seguir o mesmo caminho, em novembro de 2012 e foi colocado à venda no início de 2013 após o termino da produção do Hyundai Veracruz .O coreano Santa Fe foi lançado na Ásia desde 19 de abril de 2012, em forma de base curta com 7 lugares Tipos de motores disponíveis são um 2.0L E-VGT R-Line e motores diesel 2.2L E-VGT R-Line. Em março de 2013, a variante longa distância entre eixos Santa Fe estava disponível na Coréia do Sul como o Maxcruz.
terça-feira, 2 de junho de 2015
Ferrari LaFerrari
LaFerrari (também conhecido pelo seu nome do projeto, F150) é uma produção limitada de supercarros híbridos construído pela Ferrari.O carro e seu nome foi oficialmente revelado no Salão do Automóvel de Geneva de 2013. Baseia-se em resultados de testes da Ferrari FXX e na pesquisa que está sendo conduzida pelo Projeto Millechili na Universidade de Modena. Associação com o Projeto Millechili levou à especulação de que durante o desenvolvimento do carro pesaria menos de 1.000 kg (2.205 £), 2 mas um peso seco de 1.255 kg (2.767 £) foi reivindicado. Apenas 499 unidades serão construídas, e cada um vai custar mais de £ 1 milhão ( $ 1,69 milhões).
LaFerrari é o primeiro híbrido moderado da Ferrari, proporcionando a mais alta potência de saída de qualquer Ferrari e simultaneamente diminuir o consumo de combustível em 40 por cento. meados traseira do LaFerrari montado 65 ° V12 motor de combustão interna tem um 6,3 litros (6262 cc) capacidade de produzir 800 PS (588 kW, 789 cv) @ 9.000 rpm e 700 Nm (516 lb.ft) de torque @ 6.750 rpm, complementado por um 163 PS (120 kW; 161 cv) KERS unidade (HY-KERS chamados ), que irá fornecer rajadas de energia extra. O sistema KERS adiciona potência extra para o nível de saída do motor de combustão para um total de 963 PS (708 kW; 950 cv) eo torque total gerado pelo ICE V12 juntamente com o motor elétrico sendo mais de 900 N · m (£ 664 · ft) Ferrari afirma CO 2 emissões de 330 g / km. Diâmetro e curso do motor é de 94 × 75,2 milímetros, com uma taxa de compressão de 13,5: 1. E uma potência específica de 128 cavalos de potência métrica por litro. Ele é conectado a uma transmissão de dupla embreagem de 7 velocidades.
O carro é equipado com discos Brembo de carbono-cerâmica na frente (398 mm) e na traseira (380 mm), com os pneus de medida 265/30 R 19 e 345/30 R 20, respectivamente.
LaFerrari tem uma série de controles eletrônicos, incluindo controle de estabilidade ESC, EBD (distribuição de sistema de travagem anti-bloqueio / eletrônico de frenagem) de alto desempenho ABS /, EF1-Trac F1 controle eletrônico de tração integrado com o sistema híbrido, o E-Diff 3 terceira geração diferencial eletrônico , SCM-E Frs magneto de amortecimento com solenóides individuais (tubo de Al-Ni), e aerodinâmica ativa para permitir o máximo de desempenho.
Ferrari afirma que o carro tem uma velocidade máxima superior a 350 km/h (217 mph), e que é capaz de atingir 100 km/h (62 mph) em menos de três segundos, a 200 km/h (124 mph) em menos de sete segundos, e uma velocidade de 300 km/h (186 mph) em 15 segundos. Ferrari também afirmam que o carro rodou o Circuito Teste Fiorano em menos de 1 minuto e 20 segundos, o que é mais rápido do que qualquer outro carro de estrada-legal que a Ferrari já produziu.
LaFerrari recebeu nenhuma entrada de Pininfarina, tornando-se a primeira Ferrari desde a Bertone -estilo de Dino 308 GT4 1973 que não teve Pininfarina na carroçaria ou outro estilo. Esta decisão é uma rara exceção à colaboração entre a Ferrari e Pininfarina, que começou em 1951. No entanto, a Ferrari afirmou que dois novos modelos projetados em conjunto com a Pininfarina estão ainda a ser revelada e que não há planos para acabar com relações comerciais com a Pininfarina.
O cockpit se destaca por sua essencialidade e a esportividade das formas, a intenção de transmitir o alto nível de desempenho deste supercarro. Há um volante com controles integrados e alavancas de câmbio diretamente fixos na coluna de direção, uma solução que permite uma melhor utilização em todas as condições. A "ponte" que existe entre os dois assentos, concebido como uma asa suspenso, é o lar de outros instrumentos ligados à caixa de velocidades de dupla embreagem. A instrumentação é composta de um "display TFT de 12,3 com a opção de escolher entre dois layouts e pode hospedar dados do sistema de telemetria. O computador corpo sistema é desenvolvido pela Magneti Marelli Iluminação Automotiva.
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Santa Matilde
Em 1975 o governo brasileiro proibiu a importação de automóveis e suas peças. Isto era um sinal de problemas para quem possuía um veículo importado, pois afetaria diretamente a aquisição de peças
para a manutenção.
Neste grupo de pessoas estava o Dr Humberto Pimentel que possuía um Porsche Targa 911S e a futura falta de peças já o preocupava bastante. Em meados da década de 1970, o Dr Humberto resolveu comprar um carro desportivo nacional. Sua escolha foi pelo melhor carro esporte nacional da época, o Puma GTB. Não se sabe ao certo o que levou o Dr Humberto a criar seu próprio automóvel. As duas versões mais conhecidas são de que, após analisar o Puma GTB, ele haveria sugerido algumas mudanças no carro visando uma melhora no que dizia respeito à estrutura, segurança, estabilidade. A resposta teria sido negativa e isto lhe impulsionou a pensar num carro esporte que chegasse ao seu nível exigências.
Outros relatos falam em uma fila de espera muito grande para adquirir o GTB e que isto teria sido o real motivo.
Independente de qual esteja certa, o que importa é que foi o início do automóvel SM. O primeiro passo foi criar o projeto do carro e uma equipe começa a ser montada para isto. Para chefiar esta equipe o nome escolhido foi o do engenheiro Milton Peixoto. Dentre os outros profissionais chamados temos o pintor Cici e os soldadores Antonio Alves e João da Silva. João aparece em uma das fotos soldando o protótipo. Nesta fase, em dezembro de 1975, entra para a fábrica Antonio Manuel Penafort Pinto Queirós, conhecido pelos membros do SMClube como "Antonio projetista" e que possui o seu 79 até hoje totalmente original.
Sob a batuta do Dr Humberto, nasce o projeto do SM, sendo assinado por sua filha Ana Lídia. Segundo declarado pelo próprio Dr Humberto, foram colhidas idéias de vários automóveis da época, não tendo servido de base para o SM um único automóvel.
O próximo passo a ser definido seria qual a mecânica usar. A escolhida foi a do Alfa romeo, mas a fábrica negou a concessão para o uso. A opção então foi usar a mecânica 6 cilindros Chevrolet Opala. Para a criação do protótipo o nome escolhido foi o de Renato Peixoto. Peixoto era muito conhecido no meio automobilístico por ter trabalhado em diversos projetos de automóveis de corrida, como o Casari A2, o qual pilotou nas 1000 milhas do Autódromo de Interlagos de 1970. Pois bem, estavam unidas "a fome e vontade de comer" e a criação do SM iria começar. A equipe para produção do protótipo foi montada usando uma parte da mão de obra da própria fábrica, pintores, lanterneiros e outros, contratando também mão de obra externa. Tudo era desenvolvido em cima de um graminho de aço (ferramenta bastante antiga). Para o cargo de designer foi chamado um funcionário da área agrícola da fábrica, Flávio Monnerat.
O chassis foi desenvolvido pelo próprio Peixoto a partir das longarinas do Opala. Longarinas são vigas de secção variável montadas longitudinalmente que proporcionam rigidez estrutural ao chassis
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Novo uno
NOVO UNO
este carro nem bem entrou e já caio nas graças do povo brasileiro com sue motor flex de 85 cavalos com gasolina e com 87 com alcool a primeira geração foi criada em 1970 foi feito através de uma competição de estilos europeus o vencedor foi a italdesign giugiario e o projetista foi o Giorgetto Giugiario a versão do uno como já esperava primeiro foi lançada na europa em 1983 para tomar o lugar do fiat 127 depois em 1984 foi lançado no Brasil para com o objetivo de suceder o Fiat 147, trazendo pequenas mudanças em relação ao modelo europeu,como novo capô e a posição do estepe,
A reviravolta do Uno começou nos primeiros dias de 1990, através de incentivos fiscais motivou a marca a lançar a versão 1.0 do carro, já produzida para exportação. Era o mille, uma versão depenada, com motor mais fraco que os então existentes e inicialmente apenas com duas portas.
Em 1996, a Fiat ensaiou retirar o carro de linha, pois ele já começava a apresentar o peso da idade em seu desenho. Assim, surgiu o Palio, novo carro global da empresa, com um desenho moderno e com uma farta variedade de versões, que substituíram as mais luxuosas do Uno, como a CS e a 1.6R.
Em 2010, surgiu o Novo Uno. Uma geração totalmente nova que procurava ser uma releitura da geração anterior, adotando o conceito de “Rounded Square”, tendência de estilo já adotada por veículos como o kia soul e o scion xb, esse último inexistente no Brasil. O objetivo dessa nova geração, que veio para conviver com a antiga, foi o de rejuvenescer o nome, tornar o carro mais atraente para o público jovem, dando a ele um apelo mais esportivo e juvenil, enquanto a geração antiga é mais focada nos consumidores racionais, que precisam de um robusto meio de
A reviravolta do Uno começou nos primeiros dias de 1990, através de incentivos fiscais motivou a marca a lançar a versão 1.0 do carro, já produzida para exportação. Era o mille, uma versão depenada, com motor mais fraco que os então existentes e inicialmente apenas com duas portas.
Essa foi a versão responsável por uma revolução no mercado brasileiro: A busca por veículos cada vez mais econômicos e acessíveis à uma maior fatia de consumidores. E o termo Mille pegou tanto que virou praticamente um novo nome para o veículo anos depois.
Assim, o Uno continuou existindo somente em suas versões 1.0, que anos após anos recebiam novas nomenclaturas (SX, EX, Young, Fire) e pequenas mudanças na grade (curiosamente, em todos anos entre 2002 e 2008 a grade mudava).
Em 2004, já consagrado apenas como Mille, o veículo passou por uma profunda reforma visual, considerada polemica, pois foram adicionados cantos arredondados em suas linhas, destoando do desenho quadrado. Mas, polêmica a parte, o carro continuou sendo um dos veículos mais vendidos do país consagrados por um bom custo-benefício.
NOVO UNO
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Golf GT diverte mesmo com pouca potência
fonte www.carroonline.com.brPode, porque o Golf GT nos lembra aquela teoria do “copo meio cheio ou meio vazio”. Se você for um purista que busca 200 cv em um esportivo, vai ligar para a falta d’água. Se estiver saindo de um hatch como o irmão mais novo Polo ou o Fiat Punto, vai dar pulos de alegria e matar a sede ao acelerar de 0 a 100 km/h em excelentes 10s6, tempo obtido pela nova versão do modelo da Volkswagen em nossa pista de testes.
Como é de otimismo que devemos nos cercar, escolhemos a segunda opção e decidimos dar pulos de alegria (nem tão altos assim, é verdade) ao comando do “novo” motor 2.0 l, que de novo traz apenas a tecnologia bicombustível. O bloco ainda é o mesmo que sempre equipou o Golf nesta geração, mas ganhou 4 cv com álcool e manteve os 116 cv com gasolina.
E vale a pena pular de um 1.6 l de 104 cv, que equipa a versão Sportline, para esse por causa de apenas 16 cv? Pensando só em cavalos, não. Mas olhando o salto do torque, que vai de 15,6 kgfm a 3 750 rpm no propulsor 1.6 l para 18,4 kgfm a 2 250 rpm no 2.0 l, sim, vale bastante a pena (isso falando apenas de motor e esquecendo o maior nível de equipamentos do GT).
Os 2,8 kgfm de força extra podem não parecer muito, mas a chegada deles por volta das 2 000 rpm é que dá esperteza ao Golf GT. Prova disso são os bons números de retomada: para ir de 40 km/h a 100 km/h em 3ª marcha, foram precisos 10s4, 0s2 a menos que os 10s6 registrados pelo modelo movido apenas a gasolina. A lacuna entre 80 e 120 km/h, acelerando em 5ª, foi vencida em 10s5, tempo 0s6 melhor que o da versão anterior. Só o câmbio peca um pouco pela falta de suavidade dos engates, que são justos e exigem decisão na hora da troca. Deixaria donos de Polo um pouco ressabiados, mas nada grave. Quem prima pela esportividade vai gostar.
O consumo também registrou boas marcas: foram gastos razoáveis 6,3 km/l na cidade e excelentes 10,7 km/l na estrada rodando apenas com álcool no tanque.
Depois de andar com o GT, você vai perceber que ele não chega nem perto do GTI, mas está mais disposto e é um Golf, ou seja, sinônimo de carro bom de andar quando se fala em hatches médios. Aliando isso à esperteza dos 2 litros, ele é muito ágil na cidade e permite boa diversão até 5 000 rpm. Depois disso, quando a potência fala mais alto, as coisas voltam ao normal. Mas, até lá, dá para se divertir bastante. É só lembrar da “teoria do copo” e olhá-lo como se estivesse meio cheio.
Nada barato, mas bem equipado
Pelos R$ 64 020 cobrados pelo Golf, quase dá para comprar um Honda Civic LXS mecânico (R$ 65 460), que tem 140 cv e é um sedã (seu porta-malas, porém, tem apenas 10 litros a mais que o do Golf). Mas para quem não liga em gastar tanto em um hatch, o GT é uma boa pedida.
Traz de série ar-condicionado digital, direção hidráulica, trio elétrico, sensor de estacionamento, rodas de 16” com desenho exclusivo, computador de bordo, escapamento com saída dupla cromada, spoiler traseiro, faróis e lanternas escurecidos, além de bancos e volante de couro.
Como opcionais, pode ter controlador de velocidade, ABS, airbag, sensores de chuva e de acendimento dos faróis, CD player com MP3 e teto solar elétrico. Não deixa de ser estranho que os bancos de couro sejam de série e o rádio, opcional, mas é o que oferece o pacote da marca. O charme da sigla GT é por conta da casa.
CONFIRA A FICHA TÉCNICA DO MODELO:
| Motor | 4 cilindros em linha, 8 válvulas |
| Cilindrada | 1 998 cm3 |
| Potência | 120 cv a 5 250 rpm (g) |
| Torque | 18,4 kgfm a 2 250 rpm (g) |
| Transmissão | manual, 5 marchas |
| Comprimento | 4,204 m |
| Largura | 1,885 m |
| Altura | 1,458 m |
| Entreeixos | 2,515 m |
| Porta-malas | 330 litros |
| Tanque | 55 litros |
| Taxa de compressão | 11,5:1 |
| Aceleração | |
| 0 a 40 km/h | 2s5 |
| 0 a 60 km/h | 4s6 |
| 0 a 80 km/h | 7s1 |
| 0 a 100 km/h | 10s6 |
| Retomada | |
| 40 a 100 km/h (3ª marcha) | 10s4 |
| 60 a 120 km/h (4ª marcha) | 15s2 |
| 80 a 120 km/h (4ª marcha) | 10s5 |
| Frenagem | |
| 60 km/h a 0 | 14,8 m |
| 80 km/h a 0 | 25,8 m |
| 100 km/h a 0 | 42,7 m |
| Consumo | |
| Urbano | 6,3 km/l |
| Rodoviário | 10,7 km/l |
| Velocidade máxima (dado de fábrica) | 203 km/h |
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